Orientação vocacional

Na minha altura, não cheguei a realizar os testes psicotécnicos. Escapuli-me. Era hora de almoço e queria aproveitar o recreio grande. Fui jogar ao “31”, um jogo rápido de basquetebol.

Chega a parecer irreal ter de escolher, em tenra idade e com tamanha imaturidade, o que queremos fazer e ser para uma vida inteira. Foi assim que nasceram os afamados testes, com o propósito de ajudar a escolher- o curso e ou o tipo de curso para o futuro. Não sei qual teria sido o meu resultado- ou se, com esse resultado, seria o que sou hoje. Em todo o caso, se para muitos é um processo decisivo, para outros nem tanto, pois sabem o querem desde que nasceram.

Estes testes são uma ferramenta que pode ajudar a tomar tão grande decisão. Nunca cheguei a fazer o meu, mas realizei mais de dois mil testes a adolescentes espalhados pelo mundo. Sim, muitos acabaram por construir as suas vidas lá fora.

Como é lugar comum, não me fico apenas pelos resultados indicados pelos testes. Uni as técnicas clássicas da psicometria às minhas próprias técnicas e os resultados revelam-se muito positivos. Mais não revelo aqui. E só quem experimenta sabe. Há magias que não se explicam. Só se aplicam.

Todavia, posso contar-vos que iniciamos com uma entrevista, seguida de duas a três sessões de testes, culminando numa reunião final onde é entregue um relatório. O propósito desta descoberta é encontrar a maior compatibilidade entre a aptidão e o interesse de quem me procura. Descobrir o que iremos fazer com as nossas vidas e acertar em cheio naquilo que será o nosso propósito. Para que a profissão e a consequente atividade sejam sobretudo um enorme prazer, muito além do dever.

 

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